I m A g E m

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O velho do espelho

"Por acaso, surpreendo-me no espelho:
quem é esse que me olha e é
tão mais velho do que eu?
Porém, seu rosto...é cada vez menos estranho...
Meu Deus,Meu Deus...Parece meu velho pai -
que já morreu"! (Mario Quintana)

P E S Q U I S A

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Na internet a Prefeitura é contra a violência


Encontro da Rede Pró-Mulher debate danos da violência

em crianças e adolescentes




Iris Foscarini, 1ª dama de Novo Hamburgo



Publicado em 27/05/2008 às 06:53
no site oficial da prefeitura:


Os danos psicológicos causados pela violência a adolescentes e crianças foi o tema debatido na terceira reunião do curso de capacitação da Rede de Atendimento e Apoio à Mulher (Pró-Mulher). O encontro, que aconteceu nesta tarde no Auditório do Centro Administrativo Leopoldo Petry, reuniu 60 pessoas. Foi palestrante a psicóloga e coordenadora do Núcleo Integrado de Estudos Psicanalíticos de Novo Hamburgo (NIEP-NH), Eneida Suarez. Iris Foscarini, primeira-dama e titular da Coordenadoria Municipal da Mulher (CMM), salientou aos participantes que toda informação adquirida durante o curso deve ser levada adiante. “Nós precisamos multiplicar esse conhecimento nas escolas, no ambiente de trabalho, no grupo da igreja, em todos os lugares. A indignação precisa fazer parte da nossa ação”, ressalta.

Eneida dividiu a palestra em dois momentos. No primeiro falou sobre os danos da violência de maneira geral, enquanto no segundo, explicou os males que ações agressivas provocam especificamente em crianças e adolescentes. “Se temos um adulto violento é porque viveu isso quando criança. A violência se dá na forma física, psicológica, sexual e através da negligência”, comenta. Conforme a psicóloga, os agentes comunitários têm o dever de denunciar, cuidar, acreditar na existência de maus tratos sofridos e mostrar que algo pode ser feito, rompendo o círculo de agressão.

A agente comunitária do bairro Rondônia, Elisandra Rosa Lourenço, 34 anos, aprovou o assunto debatido no encontro desta segunda-feira. “Eu conheço casos de mães que são agredidas e submetem seus filhos a esse ambiente. O tema deveria ser estendido às escolas”, conta. Já a professora Cláudia Sträher, 30, está multiplicando o aprendizado na escola que dá aula. “Como educadora você percebe atitudes e comportamentos dos alunos que podem ser reflexo de violência doméstica. No curso nós aprendemos a identificar esses sintomas”, diz. Entre eles, estão o baixo rendimento escolar, ansiedade, depressão, conduta agressiva e até o isolamento.
(...)
A Coordenadoria Municipal da Mulher foi criada pela atual administração com o intuito de minimizar os traumas que as agressões domésticas podem causar em crianças, adolescentes e mulheres. São integrantes do conselho cidadãos que trabalham nas áreas de saúde, psicologia, segurança, assistência social, habitação e educação, além de conselhos, ONGs, associações comunitárias, abrigos, núcleos e hospitais.

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